Não se vive sem o petróleo. E as maiores reservas economicamente exploráveis estão em uma área que vive em guerra. As grandes empresas petrolíferas, conhecidas como “As Sete Irmãs”, monopolizam a exploração e o transporte. O Ocidente depende do fluxo dessa matéria-prima, uma vez que construiu sua industrialização usando o petróleo como principal fonte energética. Isso transforma toda a região do Oriente Médio em um barril de pólvora, em que ataques, revoluções, assassinatos em massa, são constantes. O petróleo não convive com a paz. Fomenta a guerra e os motivos são os mais diversos.
Forças militares nos mares e em terra. Poucos acreditam que um dia um veículo possa voar por seus próprios meios e se tornar uma arma de guerra. A elite mundial se acotovela na Cidade Luz. Paris está reconstruída depois da última batalha contra os prussianos e atrai investidores, inventores e aventureiros de toda espécie. Ao lado do glamour dos caríssimos perfumes e lançamentos da moda, inventores, nacionais e estrangeiros, disputam prêmios por seus trabalhos.
Aviões não são jogados contra prédios públicos. Desde que ele se tornou uma arma, na Primeira Guerra Mundial, os objetivos sempre foram militares. Os ataques são direcionados a tropas inimigas, carros blindados, quartéis, navios ou aviões inimigos. Não passa pela cabeça de ninguém atirar uma aeronave em um prédio no meio de uma grande cidade, seja ela a capital do país inimigo ou não. Principalmente a sede do governo, um local sempre bem protegido.
Ele é considerado por seus inimigos como pedante, retórico, irritante e violentamente implacável com os seus adversários. Seus discursos são uma mistura de juridiquês e política. Divide o seu tempo entre ocupar cargos relevantes no governo e o escritório de advocacia, frequentado por clientes capazes de bancar seus honorários. Seus adversários dizem que ele não tem liderança, mas isto não impede que entre em debates acirrados na imprensa. É cada vez mais alvo dos jornalistas que o retratam em artigos e caricaturas pejorativas como uma ave de rapina.
De olho nas verbas governamentais de publicidade. Esse é um dos objetivos dos responsáveis pelo faturamento da mídia. A população raramente é informada sobre quanto o governo gasta em propaganda e para quem é destinada essa dinheirama. Os responsáveis pela distribuição do dinheiro do contribuinte creem que isso é um investimento e não um gasto. Esperam uma cobertura mais “amiga” dos atos administrativos e polêmicas em que o governo se envolve. Mas nem todos se curvam e insistem em fazer um noticiário crítico. Então, não resta alternativa senão suspender a compra dos espaços publicitários com comerciais dos diversos serviços oferecidos pelo governo, como crédito mais barato, campanhas de vacinação e roteiro de obras prometidas na última campanha eleitoral.
A presença do presidente brasileiro na capital dos Estados Unidos tem mais um caráter de colocar panos quentes do que a construção de uma aproximação maior entre os dois países. Há duras críticas ao governo brasileiro na mídia americana republicana. A política externa independente elaborada pelo ministro das relações exteriores brasileiro não é bem digerida por Washington, principalmente por causa das guerras que ainda desestabilizam a paz mundial. Contudo, a declaração conjunta do encontro entre os dois presidentes na Casa Branca mostra temas importantes, como o respeito à democracia, a busca pelo desenvolvimento social e defesa da paz. Isso gera uma aparente ideia de aproximação entre os dois países e também de seus presidentes.