Os marqueteiros sabem que imagem é tudo. Um debate na televisão tem garantida a audiência de milhões de telespectadores de costa a costa. Os Estados Unidos esperam com ansiedade o debate para avaliar a performance dos candidatos republicano e democrata. Os programas de governo não são diferentes, mas a performance dos republicanos na presidência não agradou boa parte da classe média, a chamada maioria silenciosa. Esta sabe muito bem que a decisão de quem vai governar o país não depende do voto popular, mas do colégio eleitoral. Há questões graves que implicam a manutenção da supremacia mundial que o país conquistou logo depois da Segunda Guerra mundial – e precisa ser mantida a qualquer preço.
E senadores estão de olho no orçamento federal. A arrecadação de impostos é para custear todos os gastos governamentais, sejam de interesse público ou particular. Políticos, por tradição histórica, são zelosos pela manutenção do patriarcalismo, ou seja, misturar o interesse público com o privado. Entenda-se gastar o dinheiro dos impostos em obras e contratações políticas que colaboram para que verdadeiras dinastias se perpetuem no poder. Gerações políticas passam o poder e o cargo para seus familiares e não raramente ocupam postos públicos simultaneamente. Um dos exemplos mais comuns é o senador ter como suplente o próprio filho.
Não pode ser submetido a uma humilhação como essa. Tem que dar uma resposta sob pena de ser considerado internacionalmente um pária. Não importa se o diplomata no Brasil possa ser de um país que até agora se posta como amigo e tem a mesma vertente ideológica. Os cenários internacionais entre o Brasil e a maior potência militar do mundo não são amigáveis. Fatos históricos de reconhecimento da independência nacional, tratados comerciais, empréstimos obtidos com o aval internacional são fatos do passado e circulam nos interesses que movem as duas nações. a, liberal, sem intervenções do Estado que possam atrapalhar os negócios ou querer aumentar a carga tributária das camadas mais ricas da população.
Os cientistas sociais e políticos concordam. A democracia no continente latino-americano não é uma constante. É uma exceção. Desde o movimento de separação das monarquias ibéricas, as jovens nações foram governadas por caudilhos, entremeadas por períodos democráticos. Apoiados por latifundiários, conhecidos como terratenientes, são herdeiros das oligarquias que se formaram no continente, escoradas principalmente na posse da terra.
desenho animado bate recorde de arrecadação. Poucos críticos apostam no sucesso do filme. Os estúdios Disney prometem mudanças nos produtos mais populares, mas não conseguem movimentar os fãs. Para alguns o desenho, recém-lançado no mercado, é apenas uma colagem com personagens já conhecidos, apoiados em trilhas musicais desconhecidas do grande público. A empresa insiste em grudar a personalidade de Walt Disney aos produtos do estúdio. Há quem diga que ele busca, a qualquer preço, um Oscar, o que consolidaria sua liderança no segmento desenho animado – e sucesso de bilheteria no longo prazo.
O placar da morte está em três a um. Três políticos republicanos morreram abatidos por tiros. Um democrata também morreu da mesma forma. O motivo dessa violência é que os atiradores não concordam com as atitudes do presidente dos Estados Unidos diante do governo. Por se constituir em uma nação federalista, os estados têm ampla autonomia e podem bater de frente contra decisões do governo federal. Essas divergências podem descambar para conflitos mais sérios, como a guerra civil americana. Uma das formas de mudar os rumos do país, na cabeça de assassinos, é matar o presidente do país, ou o candidato à presidência, o que obriga a ascensão ao Poder Executivo, ou à campanha eleitoral, de outro político.