O presidente está sem saída. A volta à presidência do Brasil é um feito reservado para poucos na história da República. Principalmente para um político que foi acusado e isolado do sul do país. Esse isolamento não impede que continue liderando seu partido e dar as cartas sobre o cenário político nacional. Isso mostra que realmente é um líder que conta com o apoio da maioria da população. Ele nunca desistiu de voltar ao poder. Gosta do poder. Gosta de governar.
O povo sonha com seus artistas favoritos participando do carnaval. Não basta entrar na folia, se divertir, chegar ao trabalho na quarta-feira à tarde, extenuado e com dor de cabeça. É preciso saber de todas as fofocas que rolaram durante o carnaval e ver as fotos de artistas brasileiros e estrangeiros, socialites, destaques das escolas de samba e os melhores puxadores de samba-enredo. Os críticos da festa acusam o governo de incentivar a política do pão e circo – distrair a população com festas que desviam a atenção das pessoas dos graves problemas nacionais, como a concentração de renda, a corrupção institucionalizada nas esferas governamentais, das pequenas comunidades à capital de República.
O foco da reunião é colocar um fim à guerra. O presidente norte-americano e o líder russo têm visões semelhantes. Milhões de pessoas morreram no conflito e a maior parte dos mortos são russos, ucranianos e outros povos da Europa Oriental. Há desconfiança de parte a parte das delegações americana e russa sobre o que vai acontecer com os países que fazem fronteira com a Rússia.
Há uma sensação geral de insegurança. O noticiário incendeia a mente das pessoas que vivem na clandestinidade. Migraram porque não tinham condições de viver no seu país de origem e há atrativos em outro país. Melhores salários, liberdade para escolher onde trabalhar, poder colocar os filhos em escolas públicas, usar o serviço público de saúde e aposentadoria melhor. Os fatores de atração para os migrantes são fortes. Mas há também os motivos em seus países de origem que empurram milhares de pessoas a abandonarem a sua terra e buscar apoio em outro lugar. Há riscos – e passar a fronteira furtivamente é um deles. Não falar o idioma do país onde pretende se estabelecer é outro. Contudo, para homens, mulheres e crianças vale a pena correr o risco.
O presidente do Brasil quer reforçar a imagem do país no exterior. Um cenário ideal é o conflito no Oriente Médio. As potências imperialistas e colonialistas estão alinhadas ora ao lado de Israel, ora dos países árabes. O conflito já fez milhares de mortos e se arrasta desde 1948, quando a ONU reconheceu a existência do estado judeu.
A ordem parte do presidente republicano. Não pode ser contestada; afinal, ele é o comandante em chefe das Forças Armadas dos Estados Unidos. Inclusive da Marinha, que domina a base naval de Guantánamo, no sul da ilha de Cuba. A popularidade do presidente é alta e muito pouca gente está disposta a entrar em um debate sobre enviar prisioneiros para um lugar isolado e inadequado para manter pessoas presas. De uma forma geral, a população quer se ver livre de pessoas que acredita poderem trazer prejuízos para a nação e até mesmo colocar em risco a segurança nacional.