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Aprenda a velejar em São Paulo e tenha um novo estilo de vida

                                                                                                                                                                                                                  

Barcos para qualquer ocasião: de jantar romântico a festa com amigos, você não precisa ter um e ainda pode aprender a velejar em São Paulo

Barcos são mais versáteis e mais acessíveis do que se pensa. Engana-se quem pensa que é apenas para um público privilegiado ou apenas para quem mora na praia. Sabia que é possível ter aulas ou alugar equipamentos e praticar estes esportes em plena capital? Sim, você pode alugar um modelo para passear, fazer um jantar romântico, um churrasco no fim de semana com a família, pescar, criar uma festa com os amigos e o que é melhor - aprender a velejar.  

Você entendeu direito sim, numa das maiores cidades do mundo, sem praia, na selva de pedras, em meio ao caos, a apenas 25 km da praça da Sé, marco do centro da cidade, você encontra um refúgio, onde é real a ideia de apreciar o silêncio e curtir o sol, o vento, a brisa, flutuar sobre as águas,… enfim, esquecer que está na cidade onde milhões de carros e pessoas disputam por um espaço todos os dias e relaxar.

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Contamos com uma das represas mais lindas, um verdadeiro colírio para os olhos: a Represa de Guarapiranga, um reservatório para o abastecimento de água potável, situado no sul da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, Brasil. Ao longo dos 28 quilômetros de margens da represa, as 18 praias oficiais da capital paulista, criadas por um decreto em novembro de 2012, têm sido descobertas pelo paulistano e por quem visita ou mora na cidade. Parques e diversos clubes e escolas de esportes náuticos dão outras opções de lazer e esporte para quem vai até lá.

Apenas uma curiosidade, inicialmente conhecida por Represa de Santo Amaro, Guarapiranga teve sua construção iniciada em 1906 e foi concluída em 1908. Em 1928, com o crescimento da região metropolitana de São Paulo, Guarapiranga passou a servir como reservatório para o abastecimento de água potável. A construção da Represa e, posteriormente, da Billings, foi decisiva para o desenvolvimento da região de Santo Amaro, então um vilarejo autônomo nos arrabaldes de São Paulo. A partir dos anos 1920 e 1930, um crescente interesse pela ocupação das margens da represa, fez surgir loteamentos pioneiros que procuravam oferecer ao cidadão paulistano uma opção de lazer náutico. Daí o surgimento de bairros com nomes como Interlagos, Veleiros, Riviera Paulista e Rio Bonito. Nas suas margens, existem praias artificiais e marinas de barcos.

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Tudo isso pra falar da “Pera Náutica” que presta consultoria com propriedade e seriedade de quem possui técnica e conhecimento de vela, oferece assessoria e orientação na compra e venda de barcos novos e usados. “A credibilidade que você precisa para fazer um bom negócio está aqui, comece navegando pelo nosso site!”, comenta o proprietário “Pera”, velejador há mais de 40 anos e que possui conhecimento no mundo da vela, como poucos no Brasil além de comandar a Pera Náutica, localizada às margens da represa Guarapiranga, em São Paulo, Capital.

Com 08 aulas de duas horas cada, você aprende a velejar na represa e se desejar avançar mais poderá adquirir o Arrais, para águas abrigadas (baías, represas, rios,...). As aulas de vela tem formado velejadores, teoria, muita prática e tecnologia funcionam na Represa Guarapiranga, onde você encontra uma das melhores infra-estruturas para o lazer náutico. Você aprende a velejar desde curso básico de vela, melhora sua técnica no curso avançado e se quiser ir muito adiante, conquistar os mares, poderá tirar sua habilitação com os cursos de Arrais, Amador ou Mestre com provas e sempre sob a orientação de Pera. “Num ambiente preparado, agradável, sala de aula, vestiários, um grande gramado, além de pier flutuante para nossas embarcações. Aulas privadas ou em pequenos grupos”, diz ele.

 

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Qual o perfil de um velejador? “O perfil de quem nos procura, são clientes que sempre sonharam em velejar e não tinham a  oportunidade, pessoas que antes de comprar um veleiro querem ver como é navegar, são proprietários de lanchas que desejam trocar de embarcação que desejam reunir a família em um estilo de vida que os afaste do seu stress cotidiano, velejadores que desejam conquistar a esposa para o mundo da vela, casais que querem curtir um final de semana diferente e divertido”, explica o consultor.

Velejar é uma vida muito saudável. Geralmente os amantes das águas não bebem, não fumam, tem qualidade de vida. E Pera que já ficou semanas em alto mar, quando questionado sobre medo, segurança, monotonia, ele garante com firmeza que “O trabalho com embarcações é muito seguro. Velejar descarrega, alivia os problemas. É fascinante o movimento das águas. Produz um bem estar enorme, relaxa, é terapêutico, a começar pela paisagem, o céu de encontro com o mar, o sol, a brisa, pássaros,.. tudo isso faz parte do pacote da viagem e produz relaxamento total, não há monotonia, é muito prazer envolvido”, ressalta.

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Pera é Bicampeão mundial da classe ‘Pinguim’ e também velejou ativamente em classes como, ‘Snipe’, ‘470’, ‘Soling’, ‘Ligthning’, Kitesurfe, Windsurfe, entre outras. Ele atua na edição de artigos, testes e matérias técnicas, além de ser colaborador da Revista Velejar e Meio Ambiente. Na vela oceânica, integrou várias tripulações campeãs e destacou-se como comandante, ao participar diversas vezes de importantes regatas do circuito brasileiro, como Semana de Vela de Ilhabela, Santos Rio, Refeno e Eldorado Brasilis.

Profissional do mercado náutico, Pera tem vasta experiência, trabalha como representante das marcas Beneteau, Lagoon e Maramar e presta consultoria náutica especializada em compra e venda de seminovos. É também um dos fundadores e idealizadores da BL3 Escola de Iatismo; criou um método, cujas aulas práticas e teóricas ensinam o aluno a velejar desde o primeiro contato com a vela. Ele também atuou na Fast Yachts, Sea Ray e Carbrasmar na área comercial.

E para quem ama gastronomia não tem porque se preocupar com alimentação enquanto veleja. Segundo Pera, “o mais leve possível, atum – proteína, pães integrais, frutas. Geralmente tenho uma tabela com as necessidades de estocagem, coisas simples e práticas não perecíveis. Dentro do mar, se vou ficar 10 dias levo pão, enlatados, vegetais para uma saladinha, cenoura, laranja, por exemplo duram, coisas fáceis de guardar e que não estragam, frutas secas, torradas (quando o pão vai ficando velho), macarrão. Levo um pouco de pizza – siiiim, pizza, sopas de saquinho. Risoto também é uma boa, mistura tudo, é fácil e uma refeição completa. Carne, frango, não rola, estraga e é mais difícil de fazer. E a gente pesca muito. Pegou, preparou!”, explica o profissional.

Em síntese, o curso é uma oportunidade perfeita para você aprender a velejar, conhecer como é a vida a bordo, além de lidar com o mar e a natureza e receber amigos e familiares. Você terá um panorama completo de como funciona um veleiro e todos os aspectos ligados à sua compra e manutenção.

E bons ventos a todos!

Saiba mais: http://www.peranautica.com.br

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Rosângela Cianci

Rosângela Cianci. Jornalista, blogueira, repórter, apresentadora, produtora de TV e idealizadora do site Universo de Rose. Incansável observadora do cotidiano, apaixonada pelo que faz. Ex-Secretária Executiva, sempre lidou com Diretoria e Presidência mas prestes a completar Bodas de Prata na área, resolveu desengavetar um sonho antigo: o Jornalismo. E partiu pra nova luta com 40 (e uns anos), "pois meu negócio é escrever e conversar sobre assuntos de A a Z"...

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