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Obesidade infantil: como prevenir e tratar

Apenas 2 a 5% das causas de obesidade infantil são hormonais, os outros 95 a 98% são de origem alimentar ou nutricional, decorrentes de um desequilíbrio entre o consumo de energia e o gasto calórico.

Partindo desse princípio, a promoção de hábitos alimentares saudáveis tem papel fundamental na diminuição da obesidade infantil. O enfoque principal do tratamento não é somente o peso, mas também o aprendizado do controle da ingestão de alimentos de modo a não ganhar mais peso.

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Modificações no hábito alimentar da criança tem um importante papel no tratamento da obesidade, como por exemplo, evitar comer assistindo televisão ou enquanto estiver no computador, pois pode-se criar o hábito de comer em grande quantidade, sem perceber o que está comendo. É importante também evitar refrigerantes, bolachas ou biscoitos (principalmente os recheados), pizza ou qualquer petisco antes ou entre as refeições.           

Além disso, é necessário orientar a criança a diminuir o consumo de alimentos ricos em gorduras tais como frituras, milanesas, maionese, chocolates, creme de leite, preferindo assim - o leite e derivados desnatados ou semi-desnatados, e os alimentos integrais e ricos em fibras. Na hora das sobremesas, ajudem as crianças priorizarem as frutas.

Essas são modificações capazes de promover alterações no peso sem que sejam necessárias proibições. Nenhum alimento deve ser proibido, a maneira ideal de controlar a quantidade de alimentos ricos em calorias é determinar a porção a ser servida.

Comer devagar; estabelecer horários para as todas as refeições, inclusive para os lanches; diminuir aos poucos a quantidade de alimentos; separar as porções de alimentos, o suficiente para a sua ingestão, são atitudes para a reeducação alimentar.

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A falta de horário para se alimentar, excesso de refeições e grande intervalo entre as refeições podem dificultar o controle da ingestão de alimentos ao longo do dia, podendo levar ao consumo além do necessário.

Incentivar o consumo de alimentos não habituais deve ser gradual e inicialmente a criança experimentar esses alimentos.

É necessário estabelecimento de metas de modificação da alimentação. Metas rígidas podem não ser atingidas.

GOULART, Rita M. Obesidade Infantil: Avaliação Nutricional, Hábitos Alimentares e Prevenção. Nutrição Profissional. Ano II, Nº 6, março/abril, 2006. p. 21 - 28.

KOCHI, C. e MONTE, Osmar. Epidemia de Alta Complexidade e Graves Consequências: Obesidade Infantil. Nutrição Profissional. Ano II, Nº 6, março/abril, 2006. p. 13 - 18.

TRECCO, S. L. Atendimento à Obesidade Infantil no Ambulatório do HCFMUSP. Nutrição Profissional. Ano II, Nº 6, , março/abril, 2006. p. 40 - 45.

FISBERG, Mauro. Atualização em obesidade na infância e adolescência. São Paulo: Editora Atheneup, 2004. 69 - 77.


  

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